O Meu Guri é como o seu; nada difere os Guris.
Em todos eles a imensa fragilidade e uma enorme dependência! Só não sabemos ao certo em que sentido segue esta dependência.
Ele é único. É o mais belo! E não poderá viver se o privarmos de nós.
Por muito tempo nosso Guri nos basta e nos acomete a estranha sensação de que nunca o bastaremos. Junto com nosso Guri nasce a culpa em nós, este sentimento de que nunca estamos fazendo o suficiente, o necessário.
Nosso Guri nunca cresce, tudo aprende e nada sabe. Precisamos estar sempre próximas para correr desabaladas em seu socorro. Nos nossos desejos mais internos ele sempre carece de nós. E nós careceremos dele durante toda nossa existência.
Nosso Guri é nosso marco, depois dele nada mais é como fora.
Carregaremos para sempre, marcada em nossa retina, a primeira imagem do Guri, e ele jamais deixará de ser o que nos pareceu naquela primeira vez.
Nunca é tempo dele rebentar, mas, uma vez nascido, não mais saberemos como foi a vida sem ele.
Nosso Guri é sol, luz. Por mais trevas que seja, ele é fim de túnel e há sempre luz no final.
Nosso Guri é tudo e jamais deixará de sê-lo. É primeiro e único.
A ele tudo damos e nada pedimos, a sua existência é nosso presente. É nosso futuro!
Neste domingo, parabéns a todas que ousaram virar sua vida pelo avesso e trazer “Seus Guris” ao mundo.