Arquivo da categoria ‘Eu ando tão down!’

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Seguindo em frente

05/04/2012

Páscoa sem a família, fato inédito!

Todos foram para o nosso paraíso particular e eu tive que ficar em Salvador trabalhando. Muitos problemas, impossível sair da cidade estes dias.

Amanhã ficarei tristinha, lembrarei do delicioso almoço preparado por minha Mãe, da reunião de todos em risadas e música na varanda e a festa na farta mesa.

Liberei meu filho para viajar e aproveitar dias de praia, sol e aconchego; ser mãe é também, às vezes, não participar.

Estes dias ando tão à flor da pele que até leitura de crítica de cinema me faz chorar. Mas mereço! Repito mil vezes a mim: MEREÇO!!

Só que sempre sei tirar proveito de crises e problemas, faço limonadas e caipirinhas dos azedos limões que a vida me oferece.

Desta estou tirando enormes ensinamentos, sou hoje uma pessoa muito diferente do que fui há até duas semanas. Melhor?!?! Talvez não, mas muito mais adequada a este mundo e à profissão que escolhi.

Avante, este é o meu lema atual.

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Não corra Suzana, não corra!

15/08/2011

Hoje acordei um pouquinho murcha. Vamos lá detectar… tenho dormido pouco, posso estar inciciando algum processo viral (tomara que não!) e o que parece mais provável: TPM.

Putz, tem que ser todo mês mesmo? Já pensei em suspender a menstruação para me livrar destes dias que antecedem a chegada, mas não consigo. Tenho medo que me faça mal, que os hormônios me engordem! Fico mal humorada, triste, faminta, louca por doces (principalmente chocolate), inchada, seios enormes e doloridos e tenho vontade de morder as pessoas. Não estou brincando!

Dormir pouco me tira o humor, deixa-me triste, cansada e minhas defesas orgânicas se ressentem demais.  Também já notei que antes de adoecer passo por leve melancolia, uma tristezinha que parece injustificada.

Mas faço análise, são muitos anos de divã, não posso  avaliar apenas superficialmente. Sei quais são as faltas, onde está o buraco.

Entre outras coisas (muito importantes) talvez seja um breque (necessário) à minha empolgação estranhamente juvenil. Vá com calma Suzana, a vida já te ensinou bastante né?

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Nada Será Como Antes

08/08/2011

Hoje tô meio assim… um pedaço aqui, outro ali, tentando juntá-los prá ver se dá um inteiro, uma pessoa inteira.

Cansada, desesperançosa, pensando na finitude, no sem sentido da vida. Na correria, nos amores e nas perdas. Pra que tudo isso? Pra que se vai acabar?

Não me venha com fé ou religião, não me fale no seu Deus ou nas várias vidas que ainda podemos viver. Pena, mas não acredito! Sofro por não acreditar, sofro por querer ser eterna, não perder os que amo. Sofro porque é inevitável, porque sofremos de uma doença incuráel: a velhice! Sofro porque o fim é próximo e não teremos mais o que conhecemos.

Imagine uma vida onde as pessoas não envelhecem e lá um dia aparece alguém que começa a perder o viço, a elaticidade da pele, a enrugar, encolher, ficar com menos energia e com doenças esquisitas. Seria terrível né? Todas as televisões mostrando a monstruosidade da doença e do ser acometido por ela. É assim que enxergo o envelhecer, uma monstruosidade. E você será este monstro, o único requisito para que isto aconteça é o passar dos dias. Veja as fotos das pessoas quando crianças, jovens e velhas… Uma doença perversa né? Não nos engane, você também acha isso!

Mais maturidade e reflexão? De que adianta tudo isso? Soframos com o fato de que envelhcer é dolorido. É inevitável e todos passamos por isso, mas é monstruoso!

Sim, não tente se enganar criando refúgios de felicidade com pílulas milagrosas que farão você pseudo feliz! Você vai envelhcer, vai perder entes queridos e perderá a todos quando morrer.

E iremos morrer, todos!

Sofra com esta verdade, com sua finitude, sua incapacidade de mudar este destino. Sofra com o nada que virá após.

SOFRA!

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Já não tenho escolha

26/07/2011

“Onde quer que eu vá, o que quer que eu faça

Sem você não tem graça”

 

 

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Custe o que custar?

29/04/2011

“Mulherzinha” que acredita em príncipe encantado de conto de fadas ou descolada e moderninha?
Não sei… hoje sinto-me como nesta música de Roberto. Deve ser a energia casamenteira no ar. Afffffff

http://www.youtube.com/watch?v=U1uYUNO0-4Q

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O Abandono de Todos Nós

28/04/2011

Reportagem sobre crianças aguardando adoção: infância de olhos perdidos e tristes, espera e desesperança. Os olhos meus não têm como resistir às lágrimas que brotam aos montes.

Acho que a TPM, que ainda não me abandonou, contribui um pouco para esta melancolia.

Muito tocada com tudo isso, sempre me envolvi profundamente com a dor do outro (minha própria dor?!). Os relatos, os olhares, os pedidos… tudo nestas crianças deve remeter ao meu próprio abandono! Não por ter sido abandonada pela minha família, eles sempre foram muito amorosos. Falo do abandono de todos nós, da terrível e dolorosa descoberta que todos fazemos um dia: somos sozinhos!

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Solução!

26/04/2011

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Causa

26/04/2011

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Astral

26/04/2011

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