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AVANT-PREMIÈRE NO CIRCUITO SALADEARTE

17/05/2012

FESTIVAL AVANT-PREMIÈRE

16052012

De 18 a 24 de maio de 2012 acontece o Festival Avant-Première, diariamente às 18:30 com 8 filmes inéditos, em sessões exclusivas.

De 18 a 24 de maio de 2012 acontece o Festival Avant-Première, diariamente às 18:30 e 21:00 com 8 filmes inéditos, em sessões exclusivas.

PROGRAMAÇÃO:

O QUE EU MAIS DESEJO

Direção: Hirokasu Koreeda

Elenco: Koki Maeda, Ohshirô Maeda, Ryôga Hayashi, Cara Uchida, Kanna Hashimoto

Duração: 128 min.

Ano: 2011

País: Japão

Gênero: Drama

Sinopse: No Japão, na ilha de Kyushu, dois irmãos vivem separados após o divórcio de seus pais. Koichi, o mais velho, mora com sua mãe no sul da ilha, e seu irmão mais novo, Ryunosuke, com o pai, no norte da ilha. O que o irmão mais velho deseja, acima de tudo, é que sua família viva junto novamente. Por isso, quando escuta de um amigo da escola a história de que um desejo pode ser realizado se feito no momento em que dois trens-bala se cruzam, ele decide organizar uma viagem secreta até o ponto de intersecção dos trens, onde o milagre poderá acontecer.

Dia 19/05 (sábado) às 18:30

Dia 20/05 (domingo) às 21:00

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A DELICADEZA DO AMOR

Direção: David Foenkinos, Stéphane Foenkinos

Produção: Xavier Rigault, Marc-Antoine Robert

Elenco: Audrey Tautou, François Damiens, Bruno Todeschini, Pio Marmaï

Produção: Xavier Rigault, Marc-Antoine Robert

Duração: 108 min.

Ano: 2011

País: França

Gênero: Comédia Romântica

Sinopse: Nathalie é uma mulher jovem, bonita e tem o casamento perfeito. Quando seu marido morre num acidente, seu mundo vira de ponta cabeça. Nos anos seguintes, ela foca em profissão, deixando seus sentimentos de lado. Então, de repente, ela se interessa pelo homem mais inesperado: seu colega de trabalho Markus. Esse casal incomum embarca numa jornada emocional singular, retratando uma história de renascimento. Adaptado do oitavo romance de David Foenkinos, vencedor de 10 prêmios literários e que já vendeu mais de 700 mil cópias.

Dia 19/05 (sábado) às 21:00

Dia 20/05 (domingo) às 18:30

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APENAS UMA NOITE

Direção: Massy Tadjedin

Elenco: Keira Knightley, Sam Worthington, Eva Mendes, Guillaume Canet, Anson Mount

Produção: Christophe Riandee, Massy Tadjedin, Nick Wechsler

Roteiro: Massy Tadjedin

Duração: 90 min.

Ano: 2010

País: EUA/ França

Gênero: Romance

Sinopse: Michael e Joanna Reed formam um casal que parece ter tudo. Eles são jovens, atraentes e bem sucedidos. No entanto, tudo muda quando os Reeds vão a uma festa de trabalho de Michael, na qual Joanna presencia um momento suspeito entre o marido e sua nova bela colega de trabalho Laura. O incidente é fugaz e ambíguo e Joanna não tem certeza do que presenciou, mas a sombra da dúvida na relação do casal contamina seu amor.

Dia 18/05 (sexta) às 18:30

Dia 24/05 (quinta) às 18:30

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A ARTE DA CONQUISTA

Direção: Gavin Wiesen

Elenco: Freddie Highmore, Emma Roberts, Sasha Spielberg, Marcus Carl Franklin

Produção: Kara Baker, P. Jennifer Dana, Darren Goldberg, Gia Walsh

Duração: 83 minutos

Gênero: Drama

Ano: 2011

País de origem: EUA

Sinopse: Acreditando na citação que nascemos sozinhos, morremos sozinhos e tudo o mais é uma ilusão, George não vê sentido na vida, na escola ou em sua família. Até que ele conhece Sally, e encontra nela uma razão para ir à escola e fazer amigos. Entretanto, ainda não está pronto para admitir que gosta dela. O diretor da escola e professor de arte apresenta-o a um ex-aluno e artista de sucesso, Dustin, que procura orientá-lo, mas outras distrações começam a vir à tona e ele pode não ser capaz de se formar.

Dia 22/05 (terça) às 18:30

Dia 24/05 (quinta) às 21:00

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KABOOM

Direção: Gregg Araki

Elenco: Thomas Dekker, Haley Bennett, Chris Zylka, Roxane Mesquida, Juno Temple

Produção: Pascal Caucheteux, Gregg Araki, Andrea Sperling

Duração: 86 min.

Ano: 2010

País: EUA/ França

Gênero: Comédia

Sinopse: Smith tem uma rotina no dormitório da universidade: sair com a sarcástica amiga artista Stella, namorar a bela e liberal London, e paquerar seu bonito e bobo colega de quarto Thor. Mas tudo vira de cabeça para baixo depois de uma fatídica noite. Após comer biscoitos alucinógenos numa festa, Smith acredita ter testemunhado o assassinato de uma misteriosa garota ruiva, que fica assombrando seus pesadelos. O que ele descobre, enquanto tenta descobrir a verdade, leva-o cada vez mais a um mistério que mudará o rumo de sua vida.

Dia 18/05 (sexta) às 21:00

Dia 21/05 (segunda) às 21:00

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A VELHA DOS FUNDOS

Direção: Pablo Meza

Elenco: Adriana Aizenberg, Martín Piroyansky e Rafael Sieg

Produção: Beto Rodrigues

Duração: 115 min.

Ano: 2010

País: Argentina/ Brasil

Gênero: Comédia

Sinopse: Um universo pequeno, solitário. Um apartamento repleto de adornos e objetos obsoletos, onde a escuridão governa. Ali vive ela, Rosa – “a velha dos fundos”. Na frente, outro universo, solitário também: um apartamento atemporal, sem adornos, desprovido de objetos úteis. Ali vive ele, Marcelo, um estudante de medicina sem dinheiro e sem amigos. Tudo muda quando esses dois universos se misturam.

Dia 22/05 (terça) às 21:00

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À ESPERA DE TURISTAS

Direção: Robert Thalheim

Elenco: Alexander Fehling, Ryszard Ronczewski, Barbara Wysocka,

Produção: Britta Knöller, Hans-Christian Schmid

Duração: 85 min.

Ano: 2007

País: Alemanha

Gênero: Drama

Sinopse: Um jovem presta serviços voluntários no museu de Auschwitz e também cuidando de um sobrevivente do campo de concentração, um senhor teimoso que o trata com arrogância e impaciência. Mas sua vida ganha novo sentido ao se envolver com uma intérprete.

Dia 21/05 (segunda) às 18:30

Dia 23/05 (quarta) às 18:30

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O MOINHO E A CRUZ

Direção: Lech Majewski

Elenco: Rutger Hauer, Charlotte Rampling, Michael York, Joanna Litwin, Dorota Lis

Produção: Lech Majewski, Dorota Roszkowska

Duração: 92 min.

Ano: 2011

País: Suécia/ Polônia

Gênero: Drama

Sinopse: Recriação da pintura “A Procissão e o Calvário”, de Pieter Brugel, mostrando rituais seculares e o cotidiano do século XVI. Além de revelar as escolhas artísticas de Bruegel através do momento político que seu país vivia.

Dia 23/05 (quarta) às 21:00

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7º FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DE SALVADOR

09/11/2011

De Olho no Mundo’ é o tema do 7º Festival Internacional de Cinema de Salvador, que acontece de 11 a 24, nas Saladearte Cinema da UFBA (Vale do Canela) diariamente às 18:30 e 20:30, Cinema do Museu (Corredor da Vitória) diariamente às 20:30 e também sábado às 22:30 e Cine XIV (Pelourinho) diariamente às 18:30. O tema presta homenagem ao crítico e criador da Mostra Internacional de Cinema Leon Cakoff, que morreu em 14 de outubro deste ano e inspirou a criação do projeto Saladearte.

Cakoff criou a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo em 77. Lutou contra a censura imposta pelo regime militar, trazendo filmes até por meio de malas diplomáticas. Conseguiu assim exibir produções inéditas vindas da China, Cuba, União Soviética e dos mais distantes países. Frequentador do circuito dos grandes festivais mundiais, tornou-se amigo de cineastas como Quentin Tarantino e Dennis Hopper. Em 2010, a 34ª edição atingiu mais de meio milhão de espectadores.

 

PROGRAMAÇÃO – 7º FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DE SALVADOR – 11 a 24/2011

8 11 2011

CINE DOC

PROVA DE ARTISTA

De José Jofilly. BRA, 11. 84 min. Livre.

O documentário Prova de Artista acompanha o dia-a-dia de cinco jovens e talentosos músicos em suas audições, estudos e ensaios para as orquestras de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. O filme revela os conflitos, a paixão e a disciplina envolvidos na escolha de seguir a vocação artística. Exibido no Festival do Rio 2011.

Cinema da UFBA: 11/11 (sexta) às 18:30

 

TANCREDO – A TRAVESSIA

De Silvio Tendler. BRA, 11. 90 min. Livre. Com Betty Goulart, Christiane TorloniJosé Wilker, Marcos França.

A trajetória de Tancredo Neves (1910-1985) ao longo de fatos importantes da história política brasileira, como a relação com Getúlio Vargas, o trabalho para permitir a posse de João Goulart logo após a renúncia de Jânio Quadros, o contato com Castello Branco, o primeiro presidente militar, e sua participação na campanha das Diretas Já. Exibido no festival É Tudo Verdade 2011.

Cinema do Museu: 11/11 (sexta) e 15/11 (terça) às 20:30

 

ISTO NÃO É UM FILME (In Film Nist)

De Jafar Panahi e Mojtaba Mirtahmasb. IRÃ, 11. 75 min. 18 anos. Com Jafar Panahi.

Condenado pela justiça do Irã, o cineasta Jafar Panahi aguarda em prisão domiciliar pelo resultado de sua sentença no tribunal de apelação. Este “não filme” retrata um dia nesta difícil rotina do diretor perseguido pelo governo de Mahmoud Ahmadinejad. Exibido no Festival de Cannes 2011 e na 35ª Mostra Internacional de Cinema de SP.

Cinema do Museu: 19/11 (sábado) às 20:30

 

AS PRAIAS DE AGNÈS (Les Plages d’Agnès)

De Agnès Varda. FRA, 08. 110 min. 14 anos. Com Agnès Varda, André Lubrano.

Com fotografias, fragmentos de filmes, entrevistas, e pequenas encenações, Varda compõe uma autobiografia, num passeio do tempo de criança na Bélgica até Paris, da descoberta do cinema até a participação na Nouvelle Vague, do casamento e dos filhos até a vida depois da morte de Jacques Demy. Exibido no Festival do Rio 2009.

Cinema da UFBA: 18/11 (sexta) às 18:30

Cinema do Museu: 22/11 (terça) às 20:30

 

BUDRUS (Budrus)

De Julia Bacha. ISR, EUA, PAL, 10. 70 min. Livre.

Budrus é um vilarejo localizado na fronteira entre a Cisjordânia e Israel, onde em 2003 foi realizado um protesto não-violento. A causa foi o anúncio da construção de um muro pelos israelenses, o qual destruiria oliveiras históricas e economicamente importantes para a comunidade. Ayed Morrar e sua filha estavam à frente do movimento, que conseguiu unir facções palestinas rivais, como o Fatah e o Hamas, e ainda judeus progressistas. 2º prêmio do público do Festival de Berlim 2010.

Cinema da UFBA: 15/11 (terça) e 21/11 (segunda) às 18:30

 

 

MOSTRA BRASIL 

MÃE E FILHA

De Petrus Cariry. BRA, 11. 80 min. 14 anos. Com Zezita Matos e Juliana Carvalho.

Depois de uma longa separação, mãe e filha se encontram no sertão, entre ruínas e lembranças. O destino da filha nega o sonho da mãe. O passado é um círculo que aprisiona os vivos e os mortos. A filha que romper, mas as sombras espreitamVencedor do 21º Festival Ibero-Americano de Cinema Cine Ceará. Exibido no Festival do Rio 2011.

Cinema da UFBA: 12/11 (sábado) às 18:30

 

FAMÍLIA VENDE TUDO

De Alain Fresnot. BRA, 11. 89 min. 12 anos. Com Caco Ciocler, Marisol Ribeiro, Luana PiovaniLima Duarte.

Após a apreensão da muamba vinda do Paraguai, uma família se vê em sérios problemas financeiros. A saída é usar a filha Lindinha (Marisol Ribeiro) para aplicar o golpe da barriga. O alvo passa a ser Ivan Carlos (Caco Ciocler), um astro da música brega que enlouquece suas fãs ao rebolar usando calça justa ao som do xique, ritmo musical em alta. Vencedor de 5 prêmio no Festival Cine PE 2011.

Cinema da UFBA: 15/11 (terça) às 20:30 e 24/11 (quinta) às 18:30

 

RISCADO

De Gustavo Pizzi. BRA, 10. 85 min. 10 anos. Com Karine Teles, Camilo Pellegrini, Otávio Muller.

Bianca é uma excelente atriz, mas sua carreira ainda não deslanchou. Como ganha-pão, ela imita divas do cinema e trabalha divulgando eventos. Após fazer um teste para uma grande produção internacional, Bianca finalmente ganha o papel. Inspirado pela personalidade e o trabalho dela, o diretor do filme transforma a personagem do seu roteiro, em uma versão da própria Bianca, que será uma das protagonistas. Essa é a grande chance de sua vida? Prêmio de melhor atriz no Festival do Rio 2010, 5 prêmios no Festival de Gramado 2011 e vencedor do Festival World Cinema Amsterdam.

Cinema do Museu: 14/11 (segunda) às 20:30

Cinema da UFBA: 17/11 (quinta) às 18:30

 

 

MOSTRA MUNDO

TRIÂNGULO AMOROSO (Drei)  

De Tom Tykwer. ALE,11. 119 min. 16 anos. Com Sophie Rois, Sebastian Schipper, Devid Striesow.

Hanna e Simon são casados e vivem juntos em Berlim. Hanna conhece Adam, com quem inicia um caso extraconjugal. Ao mesmo tempo, Adam também é apresentado a Simon e os dois se tornam parceiros de natação. Mas a amizade também logo evolui para um romance e os três passam a viver um secreto triângulo amoroso. Quando Hanna descobre estar grávida, os caminhos pessoais de cada um irão finalmente se encontrar. Selecionado para a competição oficial do Festival de Veneza 2010. Do mesmo diretor de Corra Lola, Corra e Trama Internacional. Exibido no Festival do Rio 2011 e Seleção Oficial Festival de Veneza 2010.

Cinema do Museu: 12/11 (sábado) às 20:30

Cinema da UFBA: 20/11 (domingo) às 18:30

 

CAMINHO PARA O NADA (Road to Nowhere)

De  Monte Hellman. EUA, 10. 121min. 14 anos. Com Shannyn Sossamon, Tygh Runyan e Cliff De Young

Mitchell Haven é um jovem diretor prestes a rodar seu novo filme, baseado em um crime verídico protagonizado pelo político Rafe Tachen e sua jovem amante Velma Duran. Envolvidos em fraude e assassinato, os dois desapareceram misteriosamente, deixando suspeitas de que teriam se suicidado. Para o papel de Velma, Mitchell escala a desconhecida Laurel Graham, impressionantemente semelhante à personagem real. O diretor fica obcecado por sua atriz e, quando as filmagens começam, ele já não consegue distinguir entre ficção e realidade. Competição do Festival de Veneza 2010 e Exibido no Festival do Rio 2011.

Cinema da UFBA: 14/11 (segunda) e 19/11 (sábado) às 18:30

 

A CHAVE DE SARAH (Sarah’s Key)

De Gilles Paquet-Brenner. FRA, 10. 111 min. 14 anos. Com Kristin Scott Thomas, Mélusine Mayance e Niels Arestrup.

Julia Jarmond, uma jornalista americana que vive na França, é designada para cobrir as comemorações do 60º aniversário do Vel dHiv, episódio do qual ela nunca ouvira falar até então. Ao apurar os fatos ocorridos, a repórter constata que o apartamento para o qual ela e o marido planejam se mudar pertenceu aos Starzynski, uma família judia imigrante que fora desapossada pelo governo francês da ocupação, e em seguida comprado pelos avós de Bertrand. Julia decide então descobrir o destino dos ocupantes anteriores – e a história de Sarah, a única sobrevivente dos Starzynski, é revelada. Exibido no Festival do Rio 2011.

Cinema da UFBA: 13/11 (domingo) às 20:30

Cinema do Museu: 23/11 (quarta) às 20:30

  

O MOINHO E A CRUZ (The Mill and The Cross)

De Lech Majewski. SUE/POL, 10. 97 min. 14 anos. Com Rutger Hauer, Michael York, Charlotte Rampling.

Uma recriação arrebatadora da pintura épica de Pieter Brugel “A procissão para o Calvário”, de 1654. No filme, Rutger Hauer representa Bruegel, Michael York vive um colecionador de arte amigo do pintor e Charlotte Rampling é a inspiração para sua Virgem Maria. Assim Majewski – usando efeitos visuais, tomadas em locações fantásticas na Polônia, na Áustria e na Nova Zelândia e um imenso pano de fundo pintado à mão – conta a história da pintura através de uma análise minuciosa de rituais seculares da vida cotidiana flamenga no século XVI, em toda a sua ocre imundície, com cenas que revelam as escolhas artísticas de Bruegel e o contexto político do momento. A pintura literalmente ganha vida neste filme encantador, em que cenas fantásticas invadem o espectador como um sonho adentra um corpo adormecido. Exibido no Festival do Rio 2011, Festival de Roterdã e Sundance Film Festival 2011.

Cinema da UFBA: 13/11 (domingo) às 18:30

Cinema do Museu: 17/11 (quinta) às 20:30

   

OLIVER SHERMAN (Oliver Sherman)

De Ryan Redford. CAN, 10. 82 min. 14 anos. Com Donal LogueGarret DillahuntMolly Parker.

Sentindo-se perdido, desconectado, e sem família, o veterano Oliver Sherman vai para o interior à procura do soldado que o salvou na guerra. Este homem, Franklin Page, há muito tempo mudou, com esposa, filhos e um emprego seguro em uma calma cidade rural. Ao chegar, Sherman parece, a princípio, inofensivo, mas a medida em que se introduz na vida dos Page’s, ele se revela raivoso, instável e inclinado a grande ciúme e profundo ressentimento. Assim, a estabilidade que Franklin trabalhou tão duro é ameaçada e a violência que ele acreditou ter deixado para trás recomeça tanto sobre a sua família quanto a própria cidade. Exibido no Festival do Rio 2011 e Seleção Oficial do Festival de Toronto 2011.

Cinema do Museu: 13/11 (domingo) e 21/11 (segunda) às 20:30

 

O VENDEDOR (La Vendeur)

De Sébastien Pilote. CAN, 11. 107 min. 10 anos. Com Gilbert Sicotte, Jean-François Boudreau, Jean-Robert Bourdage, Nathalie Cavezzali.

Aos 67 anos, Marcel Léves contabiliza décadas de experiência como vendedor de carros na pequena cidade de Lac Saint-Jean, em Quebéc. Ele é um homem que se define pelo seu trabalho e se orgulha de ter se mantido no posto de vendedor do mês por dezesseis anos consecutivos. Suas únicas outras paixões são sua filha Maryse e seu neto Antoine, um jovem jogador de hóquei. No entanto, quando a fábrica de papéis local entra em processo de falência, a economia da cidade é abalada e a venda de carros cai vertiginosamente. Diante da crise, Marcel é forçado a rever seus planos de vida. Exibido no Festival do Rio 2011.

Cinema do Museu: 16/11 (quarta) às 20:30

Cinema da UFBA: 24/11 (quinta) às 20:30

 

PARA POUCOS (Happy Few)

De Antony Cordier. FRA, 10. 107 min. Com Marina Foïs, Élodie Bouchez, Roschdy Zem, Nicolas Duvauchelle.

Dois casais de classe média na casa dos 30 anos se encontram. Eles se sentem atraídos uns aos outros e começam a se envolver. A paixão dividida começa a se tornar um vicio, eles começam a se perder e lutam para escapar do caos emocional. É possível viver novas experiências sexuais sem cometer adultério? O desejo consegue sobreviver à rotina? Pode-se ter tudo? E quando os limites do que se considera normal em famílias e relacionamentos forem quebrados, como se encontrar no meio disso? Exibição no Festival de Veneza 2010.

Cinema do Museu: 18/11 (sexta) às 20:30

Cinema da UFBA: 23/11 (quarta) às 18:30

 

A CRIANÇA DA MEIA NOITE (La Permission de Minuit)

De Delphine Gleize. FRA, 11. 110 min. 10 anos. Com Quentin Challal, Vincent Lindon, Emmanuelle Devos, Caroline Proust.

Romain (Quentin Challal) nasceu com uma rara doença genética, que faz com que raios solares provoquem danos ao DNA de suas células. Desta forma ele é conhecido como “a criança da meia-noite”, já que apenas pode sair de casa à noite. Sob os cuidados de David (Vincent Lindon), um professor de dermatologia do Hospital Universitário de Bayonne, ao longo dos anos eles estabelecem uma forte amizade. Só que, quando David consegue uma vaga na Organização Mundial da Saúde, em Genebra, ele precisa encontrar um jeito de contar ao garoto que irá embora. Exibido no Festival do Rio 2011.

Cinema da UFBA: 16/11 (quarta) às 18:30

Cinema do Museu: 24/11 (quinta) às 20:30

 

LOUP – UMA AMIZADE PARA SEMPRE (Loup)

De Nicolas Vanier. FRA, 09. 1:42. 12 anos. Com Nicolas Brioudes, Pom Klementieff, Min Man Ma, Vantha Talisman.

Sergei (Nicolas Brioudes) faz parte dos Évène, um povo nômade que cria renas e vive nas montanhas da Sibéria Oriental. Ao completar 16 anos ele é nomeado guardião do grande rebanho de renas do clã de Batagai. Sergei aprendeu a caçar e matar lobos sem sentir qualquer pesar, mas a situação muda ao encontrar uma loba e seus filhotes. Vencedor do Earth Grand Prix do Festival Internacional de Cinema de Toronto 2009 e do Festival de Tóquio 2009.

Cinema do Museu: 20/11 (domingo) às 20:30

Cinema da UFBA: 22/11 (terça) às 18:30

 

 

SESSÃO CORUJA

APOLLO 18 (Apollo 18)

De Gonzalo López-Galego. EUA, 11. 88 min. 14 anos. Com Warren ChristieLloyd Owen.

Oficialmente, a Apollo 17 foi a última missão tripulada à Lua, tendo sido lançada em 17 de dezembro de 1972. Só que, um ano depois, foi enviado ao satélite uma missão sigilosa, a Apollo 18, financiada pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Apenas dois astronautas foram enviados e ambos não sabiam o que estavam por enfrentar. Quando um deles encontra um capacete rachado em pleno solo lunar eles percebem que há algo de errado ali.

Cinema do Museu: 12/11 (sábado) às 22:30

 

A CASA (The Silent House Gustavo Hernández)

De Gustavo Hernández. URU, 10. 78 min. 14 anos. Com: Gustavo Alonso, Florencia Colucci, Abel Tripaldi, María Salazar.

O enredo é baseado em uma história verdadeira que aconteceu em 1944 em um pequeno vilarejo do Uruguai. O filme mostra os últimos 78 minutos, segundo por segundo, em que Laura tenta sair de uma casa que esconde um segredo obscuro, o filme é realizado num único plano seqüência. Exibido na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes 2010.

Cinema do Museu : 19/11 (sábado) às 22:30

 

 

MOSTRA WADJA – CINEMA POLONÊS

CÁLAMO (Tatarak)

De Andrzej Wadja. POL, 09. 83 min. 14 anos. Com Jan Englert, Julia Pietrucha, Roma Gąsiorowska.

“Cálamo” é um filme baseado no conto de Jaroslaw Iwaszkiewicz, um dos mais renomados escritores poloneses. A princípio é uma história sutil e tocante sobre um amor impossível. No entanto, Wajda vai mais fundo, criando um conto multidimensional sobre o sentimento, que chega tarde demais, e sobre a morte, que sempre chega cedo demais.

Cinema da UFBA: 11/11 (sexta) às 20:30

Cine XIV: 20/11 (domingo) às 18:30

 

O MAESTRO (Dyrygent)

De Andrzej Wajda. POL, 80. 101 min. 16 anos. Com John Gielgud, Krystyna Janda, Andrzej Seweryn.

Uma violinista da orquestra de uma província polonesa, cujo marido é o diretor do grupo, apaixona-se por um renomado maestro em uma visita aos EUA. O mastro, por sua vez, foi apaixonado pela mãe da violinista e resolve ir à Polônia para reviver essa paixão, usando a violinista como escada para encontrar a mãe.

Cinema da UFBA: 12/11 (sábado) às 20:30

Cine XIV: 19/11 (sábado) e 24/11 (quinta) às 18:30

 

 AS SENHORITAS DE WILKO (Panny z Wilka)

De Andrzej Wadja. POL, 79. 118 min. 14 anos. Com Daniel Olbrychski, Paul Guers, Anna Seniuk , Maja Komorowska.

Com argumento baseado em romance homônimo de Jaroslaw Iwaszkiewicz, a história se desenrola no século passado na década de vinte. O ex-combatente Wiktor Ruben (Daniel Olbrychski) retorna a cidade onde passou os verões de sua infância. Ele fica na casa de sua tia (Zofia Jaroszewska) e do seu tio (Tadeusz Bialoszczynski), na qual também se reúnem várias mulheres – Julcia (Anna Seniuk), Jola (Maja Komorowska), Zosia (Stanislawa Celinska), Kazia (Krystyna Zachwatowicz), e Tunia (Christine Pascal). Panny z Wilka foi indicado ao Oscar® de melhor filme de língua não-inglesa em 1980. Filme com fotografia e trilha sonora impecáveis.

Cine XIV: 13/11 (domingo) e 22/11 (terça) às 18:30

Cinema da UFBA: 21/11 (segunda) às 20:30

 

OS INOCENTES CHARMOSOS (Niewinni Carodzieje)

De Andrzej Wajda. POL, 60. 83 min. 14 anos. Com Tadeusz Łomnicki, Krystyna Stypułkowska.

O filme conta a história de um jovem médico que encontra uma mulher, no momento em que ele não sabia mais o que desejar na vida. O médico é bonito e atraente o bastante para ter as mulheres o tempo todo aos seus pés. O que parece ser um grande problema para a maioria dos homens – encontrar uma companhia – para ele não era. Entretanto, encontra uma bela e inteligente jovem, que a princípio, parece diferente de todas as mulheres que havia conhecido. Quando o doutor tem que sair para encontrar alguns amigos, sente a necessidade de encontrar esta mulher interessante novamente… Parece que ela desapareceu, ou assim ele pensa. Mais uma bela obra do mestre, com final inusitado e maravilhoso.

Cine XIV: 11/11 (sexta) às 18:30

Cinema da UFBA: 23/11 (quarta) às 20:30

 

A VINGANÇA (Zemsta)

De Andrzej Wajda. POL, 02. 100 min. 12 anos. Com Andrzej Seweryn, Janusz Gajos.

Baseado em uma comédia de um dos mais populares dramaturgos poloneses do século XIX, Aleksander Fredro. Czesnik Raptusiewcz (Janusz Gajos) divide o castelo com o odiado vizinho – escrivão Milczek (Andrzej Seweryn). Uma série de intrigas, mentiras, sequestros, acertos e desacertos.

Cine XIV: 16/11 (quarta) às 18:30

Cinema da UFBA: 14/11 (segunda) às 20:30

 

SENHOR TADEU (Pan Tadeusz)

De Andrzej Wajda. POL, 99. 147 min. 12 anos. Com Bogusław Linda, Daniel Olbrychski, Grażyna Szapołowska.

Filme baseado na epopéia do grande escritor polonês, Adam Mickiewicz, escrita em 1834, depois de dez anos da emigração forçada do autor no exterior. Carregado de lirismo e saudade do país, num longo poema o escritor apresenta a visão de um mundo aristocrata em extinção, tornando pública a imagem contemporânea (de então) dos poloneses e da Polônia.

Cine XIV: 15/11 (terça) às 18:30

Cinema da UFBA: 16/11 (quarta) às 20:30

 

KORCZAK (Korczak)

De Andrzej Wajda. POL, 99. 147 min. 14 anos. Com Wojciech Pszoniak, Ewa Dałkowska,Teresa BudziszKrzyżanowska.

Filme baseado na epopéia do grande escritor polonês, Adam Mickiewicz, escrita em 1834, depois de dez anos da emigração forçada do autor no exterior. Carregado de lirismo e saudade do país, num longo poema o escritor apresenta a visão de um mundo aristocrata em extinção, tornando pública a imagem contemporânea (de então) dos poloneses e da Polônia.

Cinema da UFBA: 19/11 (sábado) às 20:30

Cine XIV: 21/11 (segunda) às 18:30

 

TUDO À VENDA (Wszystko Na Sprzedaż)

De Andrzej Wadja. POL, 68. 94 min. 14 anos. Com Beata TyszkiewiczElzbieta Czyzewska.

O aclamado diretor Andrzej Wajda, usa toda a sua experiência para criar um filme sobre pessoas que trabalham numa produção cinematográfica, e por negligência, atrapalham a atuação do diretor, do produtor e dos colegas. Como pano de fundo, as cenas cobrem o “Making Off” de uma filmagem e focaliza o drama do elenco e da equipe técnica, numa produção, onde o ator principal morre no decorrer da filmagem. Intensamente pessoal Wajda criou este filme como uma homenagem ao amigo e ator polonês falecido, Zbigniew Cybulski. Uma linha muito tênue empresta ao elenco uma atuação muito particular, pois a maioria interpreta a si próprio. Filme de Wajda que foge sua temática principal, a guerra. Belo e profundo, inédito no Brasil.

Cine XIV: 12/11 (sábado) e 23/11 (quarta) às 18:30

Cinema da UFBA: 22/11 (terça) às 20:30

 

CRÔNICA DOS ACIDENTES AMOROSOS (Kronika Wypadków Miłosnych)

De Andrzej Wadja. POL, 95. 114 min. 12 anos. Com Piotr Wawrzynczak, Paulina Mlynarska.

Um filme poético, baseado no romance do Tadeusz Konwicki, que traz nostalgia dos tempos da infância. A ação se passa na Lituânia, cuja parte, antes da Segunda Guerra, pertencia à Polônia. Um aluno de ginásio, Wicio (Piotr Wawrzynczak), apaixona-se por uma jovem da mesma idade, Alina (Paulina Mlynarska).

Cine XIV: 14/11 (segunda) às 18:30

Cinema da UFBA: 17/11 (quinta) às 20:30

 

O HOMEM DE MÁRMORE (Człowiek Z Marmuru)

De Andrzej Wadja. POL, 76. 153 min. 14 anos. Com Jerzy Radziwiłowicz, Krystyna Janda, Tadeusz Łomnicki.

Uma iniciante diretora de filme, Agnieszka (com uma excelente estreia de Krystyna Janda, hoje uma atriz de fama europeia) tenta realizar um filme para o seu diploma de graduação através da televisão estatal. O filme toca no tema tabu daquela época: o stalinismo. A equipe tenta ajudar “a jovem revoltada” da melhor maneira possível. Porém, o diretor da edição, fiel ao poder comunista, quer que o filme da iniciante não passe de uma boa propaganda do sistema. Agnieszka não se rende .

Cine XIV: 18/11 (sexta) às 18:30

Cinema da UFBA: 20/11 (domingo) às 20:30

 

O MESCLADO (Przekładaniec)

De Andrzej Wadja. POL, 68. 35 min. 12 anos. Com Bogumił Kobiela, Ryszard Filipski, Anna Prucnal.

“O mesclado” foi uma única viagem na carreira de Wajda na direção da ficção científica. O roteiro foi escrito pelo mundialmente conhecido autor polonês desse gênero de literatura, Stanislaw Lem. Realizado no final dos anos 60, é um filme de curta metragem cuja ação desenrola-se no início do século XXI.

Cine XIV: 17/11 (quinta) às 18:30

Cinema da UFBA: 18/11 (sexta) às 20:30

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A Pele que Habito

05/10/2011
Breve no Circuito Saladearte a nova obra-prima de Almodóvar: “A Pele que Habito”.

 

Diretor desloca atenção para a profundidade das epidermes

CÁSSIO STARLING CARLOS
CRÍTICO DA FOLHA

Filmar com excessos -as paixões, as cores, a sexualidade- foi, desde as origens, a marca do cinema de Almodóvar. Mas mesmo seu espectador mais descomedido pode ir preparado para encontrar em “A Pele que Habito” um filme que transborda.
O excedente de controle que deságua em descontrole tem seu ponto de partida na relação entre o cirurgião Robert (composto por Antonio Banderas com frieza e dureza formidáveis) e a paciente Vera (Elena Anaya, um cruzamento genético de Penélope Cruz e Victoria Abril). Almodóvar tece uma sucessão de tipos e situações anômalos aptos a promoverem as rupturas que conduzem o filme a cada surpresa.
Em meio a uma montanha-russa na qual se sucedem apogeus plásticos e abismos emocionais, percorremos temas do primeiro e mais escrachado Almodóvar reincorporados à vertente mais clássica e sóbria que ele estabeleceu na fase dos melodramas.
Com uma estética clínica que evoca o cinema orgânico de Cronenberg, “A Pele que Habito” nos entrega uma potente reflexão sobre a subjetividade contemporânea.
Em vez do corpo, sujeito a todo tipo de modificação, adaptação e reconstituição, Almodóvar desloca nossa atenção para a profundidade das epidermes.
Em telas de TV, na superfície das paredes de um quarto, na reconstituição da imagem da pessoa amada ou na impossibilidade do sexo via penetração, ele faz desaparecer os limites das identidades feminina, masculina, gay. E realiza uma obra-prima transgênica e transgênero.

A PELE QUE HABITO
AVALIAÇÃO ótimo

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Ah, o amor! Ah, o cinema!

26/09/2011


Nos últimos dias vi excelentes filmes: “Um Sonho de Amor”, “Elvis e Madona”, “Medianeras”, “Além da Estrada”, “Amor a  Toda Prova”. E um filme muito ruim: “Larry Crowne”.

Os primeiros vi na Saladearte e o último no circuitão comercial. Infelizmente estreamos “Larry Crowne” no último final de semana. Não queria, mas espero fracasso de bilheteria. É tão ruim, que sequer atende a gostos menos exigentes. As pessoas vão para ver Tom Hanks e Julia Roberts e saem falando tão mal, que o boca-a-boca não funciona. Ou melhor, funciona para afugentar.

Começarei pelo pior. “Larry Crowne” é mais uma aposta de Hanks na direção. Roteiro muito fraco, não dá para rir, chorar ou mesmo se emocionar. Sessão da tarde das piores. Se quiser esperar que este filme chegue na sessão da tarde na Globo, a tarde estiver chuvosa, não tiver nada para fazer e contar com uma boa pipoca, arrisque-se a assistir entre um cochilo e outro. Nem Hanks e Julia Robert salvam. Fraco por demais, como falavam os personagens da excelente novela Cordel Encantado.

“Um Sonho de Amor” é cinema italiano dos melhores. É a sétima arte deste país mostrando porque sempre foi considerada vanguardista. Luca Guadagnino faz uma direção inteligente, diferente, cortante! O filme conta a história de uma família tradicional (mais italiano impossível) e de um amor proibido e do que se pode, ou não, abrir mão por ele. Belíssimo, estranho, denso e inovador.

“Elvis e Madona” conta a tradicional história de amor entre um garoto e uma garota. Tradicional?!? Não espere nada do que você conhece de padrões neste filme de amor quase às avessas. O garoto, Madona (sim, Madona) é um travesti que ganha a vida como cabelereiro e sonha ser estrela. A garota, Elvis, é lésbica, entregadora de pizza e sonha ser fotojornalista. Daí você pode imaginar o mundo de preconceitos que eles enfrentarão. Bela história de amor com pitadas de comédia neste filme que foi baseado numa história mexicana real. Belo por nos mostrar as amplas possibilidades do amor e do sexo.

“Medianeras”. Temos que nos render: a Argentina faz o melhor cinema da América Latina (diria até que da América). “Medianeras” fala dos desencontros do mundo moderno, da solidão e do povoado mundo virtual. Das nossas estranhezas e da necessidade de sermos vistos, notados, “expectados”. Em meio a uma bela e bem contada história, ainda ousa filosofar sobre arquitetura. Abusados estes Argentinos! E bons, maravilhosos no ofício de filmar.

“Além da Estrada” é coprodução Brasil Uruguai e tem o mérito de nos mostrar de forma bela e poética o nosso vizinho tão pouco conhecido. Conta a história de Santiago, um argentino que vai a negócios ao Uruguai e conhece a belga Juliette, iniciando uma história de amor que vai lentamente se formando. Nos mostra os contrates deste país que vive entre o moderno e as tradições seculares, a riqueza dos balneários e a pobreza da maioria da população. Personagens interessantes cruzam o caminho de Santiago e Juliette neste filme de belas imagens.

“Amor a Toda Prova” é uma deliciosa comédia romântica capaz de arrancar suspiros, risos e lágrimas. É um filme que objetiva divertir, mas mostra que uma comédia pode ser inteligente. A história pode parecer banal: homem quarentão que julga viver um casamento estável e que acredita ter encontrado o amor da sua vida é surpreendido pela esposa que pede o divórcio. O desmoronar e a tentativa de recomeçar uma nova vida são contados de forma engraçada, com roteiro bem estruturado, muitas coincidências e boa atuação de Steve Carrel e Julianne Moore. Mas quem rouba a cena é Robbie (Jonah Bobo),um adolescente apaixonado, filho do casal protagonista. Dê-se de presente duas horas de um bom e divertido cinema.

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Apple?!? Fiu Fiu!

22/09/2011

Meu iPad, com menos de 4 meses de comprado, deu problema. Não carregava. Ao conectar o carregador aparecia a mensagem: 100% carregado. Ao tirar o carregador, ou mesmo usar por 1 minuto com o carregador conectado, o equipamento desligava.

Fiquei preocupada, comprei este iPad no Chile e não sabia se a Nota Fiscal seria válida aqui no Brasil, se teria garantia.

Liguei para o 0800 da Apple e fui muito bem atendida pelo suporte que tentou realizar testes para saber se o problema era de software, de configuração. Ao constatar que o problema era de hardware, o atendente me instruiu a procurar a assistência técnica. Nem foi preciso levar NF à assistência. Com o serial do equipamento eles têm todas informações: data de compra, país, loja, número da NF… Deixei meu iPad na assistência e eles me darão um novo num prazo de 15 dias. Fui informada que a Apple não substitui peças deste produto, no caso de defeito eles trocam, dão um novo.

A DO REI!

Empresa séria, mundial, globalizada e que respeita os consumidores. Se não há fronteiras para vender, não há que existir fronteiras para questões de garantia, reparos, trocas e substituições.

Parabéns para a Apple, seduziu-me ainda mais. Olha que sou tiete! Tenho iPod Click Wheel (classic), iPod shuffle antigo, novo iPod shuffle, iPod touch, iPhone 3, iPhone 4,  iPad 2 e iMac. Experiente né?!

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Elvis e Madona

22/09/2011

Estreia amanhã, dia 23 de setembro no Circuito Saladearte, um filme que espero há muito!

 

ELVIS E MADONA
Nota Cineclick
Heitor Augusto

Elvis e Madona Elvis e Madona (sim, apenas com um “n”, para evitar complicações jurídicas) não é apenas um filme nobre, mas bom. Gostoso não só por seu tema, mas pela forma e a realização. Uma comédia de amor entre uma lésbica e uma travesti, ambientada numa Copacabana longe da idealização. Cidade de carne e osso para personagens idem.

Temos nesta estreia no longa-metragem de Marcelo Laffitte, veterano curta-metragista, um ar claramente kitch, brega. Mas não aquele olhar superior e pedante de Família Vende Tudo, mas uma assunção inteligente da estética do exagero por meio de cores, trejeitos e personagens cafajestes. Obviamente, o filme respira ares do começo da carreira de Almodóvar: a dureza da sobrevivência de Que Fiz Eu Para Merecer Isto? com as aspirações das personagens de Kika.

Mas Elvis e Madona filia-se também numa caracterização do popular típica da chanchada brasileira. Talvez essa associação seja o que permita uma atmosfera inteligente do lado B de Copacabana e a convivência de tipos diversos. Não que as chanchadas de Manga ou Burle foram ambientadas no bairro carioca, mas o humor do texto e das situações do filme de Laffitte resvala nesse tipo de comédia genuinamente brasileira – que, sejamos sinceros, nem sempre produziu filmes que nos orgulham.

Ausência de conflitos

É verdade também que os conflitos que surgem desse romance (a lésbica Elvira, convertida em Elvis, e Adaílton, travestida em Madona) são atenuados pela busca, em última instância, da leveza. Um caso de violência é sucedido por uma sequência cômico-musical com Madona se recuperando ao som de Gilberto Gil em Força na Peruca, composição de Gustavo Moura.

Ou seja, cada gesto mais duro e afirmativo do filme é contraposto a um abrandamento com o humor e um movimento terno. Elvis e Madona dá uma pancada, mas faz carinho, postura que me irritou muito em Medianeras – Buenos Aires na Era do Amor Virtual.

Já que o portenho foi citado, explico-me: a diferença entre um e outro é que o filme de Laffitte não quer ser engraçadinho, mas engraçado – vai aí, além do jogo linguístico, uma grande diferença. O carioca recorre a outro tipo de humor que leva os personagens a um nível de verdade cinematográfica que Medianeras não consegue.

A gangorra entre o riso e o siso, parafraseando a expressão do biógrafo de Oscarito, é também coerente com a grande personagem do filme, Madona: ela apanha da vida, mas não deixa de caminhar. Com um senso de humor e uma contagiante urgência de viver. Por isso que uma escolha que me irrita em um, agrada-me em outro.

Com felicidade recebo a notícia da estreia comercial de Elvis e Madona. Já se vão quase dois anos desde que o filme abriu o Mix Brasil em São Paulo. No período, foi o único representante do Brasil em Tribeca em 2010, faturou prêmios até em Paris e foi exibido até em Oslo e Varsóvia!

Merecido, pois talvez tenhamos nesse filme uma alternativa cômica possível ao humor das globochanchadas como De Pernas Pro Ar e Qualquer Gato Vira-Lata.

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Circuito de Cinema SALADEARTE

16/09/2011

Confiram a excelente programação do Circuito Saladearte no

www.saladearte.art.br.

Estreias da semana:

MEDIANERAS – BUENOS AIRES NA ERA DO AMOR VIRTUAL (Medianeras)

DESASSOSSEGO (FILME DAS MARAVILHAS)

Pré-Estreias:

ESSES AMORES (Ces Amours-là)

A VIAGEM DE LUCIA (Il Richiamo/ El Reclamo)

De Gustavo Taretto. ARG/ALE/ESP,10. 1:35. 10 anos. Com Pilar López de Ayala e Javier Drolas. Martin e Mariana vivem na mesma rua, em edifícios opostos, mas nunca se conheceram. Eles andam pelos mesmos lugares mas nunca notaram um ao outro. Quais são as chances deles se conhecerem em uma cidade de três milhões de habitantes? O que os separa, irá uni-los. Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Diretor no Festival de Gramado 2011.

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Virgínia e uma casa portuguesa, com certeza!

20/06/2011

A semana passada foi musical! Domingo, show de Zizi, segunda de Sharon Jones e sábado de Virgínia Rodrigues. Três cantoras fantásticas e bastante diversas!

Sobre as duas primeiras já falei aqui. Virgínia tem voz forte, é uma cantora lírica, repertório rico que vai do popular ao erudito.

No show foi acompanhada pelo violão de Alex Mesquita e teve a especial participação de Roberto Mendes que emocionadíssimo gaguejou ao cantar a sua belíssima e triste “Massemba”. O público inteiro emocionou-se junto com estes artistas  de excelente nível.

Virgínia trouxe-me lágrimas aos olhos ao entoar “Melodia Sentimental” de Villa Lobos, com letra de Dora Vasconcelos e “Amor Meu Grande Amor” de Ângela Rô Rô e Ana Terra:

“Amor,meu grande amor
Só dure o tempo que mereça
E quando me quiser
Que seja de qualquer maneira
Enquanto me tiver
Que eu seja a ultima e a primeira
E quando eu te encontrar,meu grande amor
Me reconheça”

Quem não se emociona diante de versos tão belos, música suave e voz firme?

Saí leve do show e fomos jantar num restauramente português que eu ainda não conhecia; o “Casa Lisboa”, que fica no Jardim Apipema! A DO REI!! Escolhemos um vinho português (claro!) maravilhoso e comemos o delicioso bacalhau bem ao estilo lusitano. O restaurante fica numa casa bela e bem cuidada, excelente serviço e comida divina! A noite foi intensa e maravilhosa!

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Sharon Jones, a DIVA!

14/06/2011

Sharon Jones tem black music na veia. É uma cantora de soul baixinha que se transforma em uma gigante no palco.

Excepcional! Nada menos do que isso pode definir a performance de Sharon Jones e sua fenomenal banda The Dap-Kings.

Muito embalo e Miss Jones rebolativa soltando sua voz em timbres difíceis aos comuns mortais. Uma diva! A amplitude vocal impressiona. Sharon Jones busca timbres que dão ares completamente novos às belíssimas músicas que entoa no palco.

Não para, o seu fôlego é impressionante. Dança às vezes como se estivesse num ritual e hipnotiza a plateia que delira, aplaude e grita completamente fascinada com tamanho talento.

O Teatro Castro Álves lotado estava ansioso para se entregar aos dançantes hinos entoados pela divina Sharon, que aproveita e brinca com a plateia, fala frases engraçadas e improvisa muito. Ao mínimo sinal de uma oportunidade, o público invade a área entre o palco e a primeira fila de cadeiras e freneticamente dança, vibra, aplaude e grita.

EMOCIONANTE! Vibração e energia como poucas vezes vi em minha vida!

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Vem cá Luis

13/06/2011

Ontem, 12 de junho, programinha romântico do dia dos namorados: show de Zizi Possi. Maravilhoso!

Zizi tem mais de 30 anos de carreira e muitas músicas que fizeram sucesso. Suas músicas acompanham-me desde minha adolescência, são muitas lembranças!

O show emocionou-me muito,  diversas músicas levaram-me a um passado gostoso e algumas vezes dolorido. Dores que não doem mais.

Muitas vezes fiquei arrepiada e emocionada, algumas vezes vieram-me lágrimas aos olhos. Talvez por ser dia dos namorados, estivesse um pouco mais sensível.

Não lembro de uma música cantada por Zizi que tenha, de forma especial, marcado nosso amor Lu, mas ontem muitas levaram-me a você.

Uma dedico-lhe de forma única. Para você meu Minho.

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