Arquivo da categoria ‘Uncategorized’

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Mau Humor?!?!?!

11/10/2009

Eu sabia que tudo seria diferente quando eu chegasse aqui, estava certa!

Primeiro uma temperatura de 15 graus. Delícia andar na rua, visitar os lugares, me arrumar… Depois o melhor: almocei com meu ídolo Contardo Calligaris. Devo confessar que nutro por Contardo uma idolatria quase juvenil: rosto rubro, mãos geladas, voz trêmula! O almoço?!?! Ah, pra que detalhes?!?!?!

Hoje o dia esquentou um pouco. De manhã um passeio pela história do centro, depois encontro com os amigos num bar efervercente. O Brasil perdeu para a Bolívia?!?!?! Sério?!?! Nem me dei conta!

Notícias boas, e-mails revigorantes e um banho salvador.

Agora um pouco de descanso que a noite só começou.

É a vida se reinventando!

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Depois eu falo

10/09/2009

Alguns dias se passaram desde que estive aqui pela última vez e acumulei assuntos neste período.

Gostaria de escrever sobre a família e a importância destes seres em nossas vidas, sobre  o amor incondicional, sobre nossos medos, mudanças radicais, abandono de velhos hábitos.

Tenho também uma viagem à Vitória, a inauguração do Saladearte Cine Vivo e a partida de futebol Brasil 4 X Chile 2.

Muita conversa…

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A Minha que nunca deixou de existir

28/07/2009

Lembro-me a primeira vez que me tocaste com mãos nervosas

Da tua ansiedade virginal em tomar-me nos braços

Lembro-me como eram urgentes os beijos

Do teu abraço tenso e longo

Das inúmeras vezes que, relaxados, dormimos nos braços do outro

Lembro de você Minho

E do ninho que fazíamos com nosso amor

A cada cume ou vale que atinjo na vida, volto-me para ti

Para o teu amor sem fim

Para o meu amor que se perdeu numa das bifurcações desta vida

E que encontro intacto quando olho para dentro de mim.

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Onde nascem os desejos?

24/07/2009

Na atual onda que deixamos nos levar, a maioria parece nascer nos laboratórios. Como não desejamos, compramos desejos em farmácia. Não os desejos que temos, mas o desejo de desejar.

Lembro-me de episódio pitoresco que aconteceu comigo. Estava em Barcelona na casa de amigos e saímos num sábado à noite para um barzinho. Cerca de duas da madrugada resolvi voltar para casa, o que fiz andando e sozinha (impossível pensar numa cena destas em Salvador). No outro dia, cerca de 16 horas meus amigos retornaram. Perguntei onde eles haviam estado e como suportavam ficar cerca de 18 horas na rua. Responderam: “Você não entende, você não se droga!”.

Ou seja, não temos vontade de sair? Tomamos uma pequena pílula que rapidamente nos aguça a vontade de virar a noite na rua, dançando sem parar. Estranho isso não?

O melhor pode nos parecer ver um vídeo e comer pipoca, ler um bom (ou não tão bom) livro, ver a novela, fazer nada, mas não podemos nos dar ao luxo destas escolhas. Se somos jovens temos obrigação, aos sábados, de badalar até cair de cansados. Mesmo que para isso seja necessário uma ajudinha providencial dos fármacos.

PARAÍSOS ARTIFICIAS!

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Os caminhos que a vida dá.

14/07/2009

bifurcacaoDiariamente, seguindo meu caminho florido e ensolarado ou desbravando densas trilhas, deparo-me com bifurcações. E agora? Por onde seguir?

Nunca fui muito boa nas escolhas, é difícil optar. Escolher significa renunciar a algo e sou muito apegada. No momento da bifurcação, quando temos que tomar um rumo, nunca devemos perder de vista que ao trilharmos determinada estrada estamos abrindo mão da(s) outra(s).

Hoje sou resultado de todas as escolhas que fiz, todos os caminhos que escolhi e tudo que deixei para trás.

Ao me deparar com bifurcações na estrada principal sempre paro para avaliar quão sensata fui e o resultado de tudo isso. É impossível saber como teria sido.

Adoraria ensaiar a vida, testar formas diferentes, reinventar. Podemos fazer tudo isto, claro, só que os resultados das escolhas estarão sempre gravados na nossa vida. São passos que deixamos na areia e nenhum vento irá apagá-los.

Muitas vezes me senti com a cara no muro, como se à minha frente existisse um grande muro e eu não soubesse o que fazer com ele. Na verdade, nestas ocasiões, o que havia à minha frente eram as possibilidades e a minha impossibilidade de, naquele momento, optar.

Estou aqui, agora, de cara!

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Glorioso Santo Antônio!

14/06/2009

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Sempre digo que Santo Antônio é um santo diligente. Imagino-o como funcionário de uma empresa, lotado de trabalho. São solicitações vindo de todos os lados e ameaçando acumular e abarrotar sua mesa.  Mas como diligente que é, esta importante figura da corte celestial não deixa trabalho acumulando em sua mesa: chegou uma solicitação ele rapidamente trata de resolvê-la. Portanto, muito cuidado com os pedidos a Santo Antônio. “Santo Antônio, quero um marido”. Eis que cai “em seus braços” um homem lá não muito indicado para você, com características nunca desejadas. Mas pediu, Santo Antônio resolveu.

Dou um conselho: faça seu pedido com o máximo de detalhes possível. Pense em tudo que é importante para você e coloque na sua lista de pedidos. Sabe aquelas coisas com as quais não convive? E aquelas sem as quais não convive? Jamais esqueça de adicioná-las! Altura, peso, cor, idade… É importante? Coloque! Mas atente-se para o que realmente a fará feliz.

Monte o seu homem ideal e peça-o a Santo Antônio. Mas lembre-se, pode ser que o pobre santinho, aquela imagenzinha que um dia você “surrupiou” numa trezena na casa de uma amiga, passe toda a sua vida mergulhado em um copo. Tadinho do pobre santo! Mas não abra mão, antes só que mal acompanhado.

Falam por aí que não existe homem perfeito, mas quem está buscando um? Queremos sim um homem perfeito para nós, feito sob medida para nossos defeitos e qualidades. Um imperfeito que se encaixe em nós.

Glorioso Santo Antônio, me arranje um marido do tamanho do meu sonho!

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Existirmos, a que será que se destina?

06/06/2009

Prever, acumular, precaver?

E a fluidez das relações, a confiança no outro, o olho no olho?

Valemos o que? Quanto somos ou quanto temos?

Quão pequenos parecemos diante dos gigantes que tudo podem!

Quão gigantes somos ante aqueles que menos têm.

Que mundo é este? Haverá paradeiro?

E os pequeninos, massacrados, humilhados… Até quando?

Que dor olhar em volta! Que dor olhar para nós mesmos!

Que dor enxergar!

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Chega Mais Perto

21/05/2009

Vem ficar comigo. Vem aqui juntinho e nunca mais saia de perto.

Não se distancie dos meus olhos. Há muita saudade no meu olhar.

Chega perto e aninhe-se em mim.

Saia destas páginas, pule na minha real e me abrace apertado.

Solte-se das minhas lembranças e venha fazer parte do meu presente. Junte-se a mim neste aqui. Vem agora.

Esquece que há outro mundo e faz de mim o teu tudo.

Vem ser tudo pra mim.

E devolva-me a luz, faz-me vibrar.

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E vejo cores em você

05/04/2009

Se o mundo é preto ou rosa

Verde limão furtacor

Se vida vivida só vale

Com cor, dor e amor

Vale viver caminhando

Vale viver enxergando

E vale tropeçando

Se só pra frente nunca se chega

Se de atalhos é feita a vida

Vida rosa mar de flores

Mas vale tropeçar

E nos tropreços dar voltas, refazer

Pegar atalhos, caminhar em círculos

Escolher

Caminhos a percorrer

E desistir

Mudar de direção

e caminhar

Se viver vale pelos tons das horas

enxergue as horas e colha os tons

pinte o seu mundo

interne as suas cores

leve dentro de você o universo

todos os tons

Sons

e o caminho.

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Um Mundo “DADÁ”

30/03/2009

dadaismo

 

 

Palavras, textos soltos, amontoados de idéias que falam muito de mim.
O Dadaísmo do meu mundo interno e externo.